Rinite

Rinite

O nariz funciona como um verdadeiro filtro do nosso sistema respiratório. Ao entrar em contato com partículas, substâncias tóxicas e irritantes que podem prejudicar o funcionamento dos pulmões, ocorre uma reação para tentar impedir que sua entrada no organismo.

A reação provoca os sintomas que caracterizam a rinite: nariz entupido, coriza (nariz escorrendo), espirros, coceira e diminuição da capacidade de sentir cheiro.

É uma doença inflamatória das mucosas (revestimento interno) do nariz, com causas que podem ser alérgicas ou não.

A rinite de causas não alérgicas pode ser provocada por infecções causadas por vírus, bactérias ou fungos, por alguns tipos de medicamentos, hormônios e por problemas como o refluxo gastroesofágico (doença em que o conteúdo do estômago volta para o esôfago).

A rinite alérgica ocorre quando o corpo reage de forma exagerada ao entrar em contato com determinadas substâncias que identifica como estranhas.

Pode ter origem hereditária, mas ainda não se conhece muito bem suas causas. A rinite alérgica se manifesta quando a pessoa entra em contato com determinados “gatilhos”, como: pelos de animais, descamação de pele, mofo, pólen, perfume, fungos, alguns alimentos, medicamentos, bactérias, vírus, mudanças bruscas de temperatura, contato com ácaros (animais microscópicos que se alimentam de fungos e estão presentes na poeira doméstica).

A farmácia Vitae oferece uma lista extensa de homeopáticos indicados para o tratamento de rinite. O tratamento pode ser feito na fase aguda, crônica ou de forma preventiva.

Ficou com dúvidas ou tem interesse, converse com nossos farmacêuticos.

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Ansiedade

O termo tem várias definições nos dicionários não técnicos: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, etc.

Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade, podendo tornar-se patológica, isto é, prejudicial ao nosso funcionamento psíquico (mental) e somático (corporal).

A ansiedade estimula o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações.

Os transtornos de ansiedade são doenças relacionadas ao funcionamento do corpo e às experiências de vida. Pode-se sentir ansioso a maior parte do tempo sem nenhuma razão aparente; pode-se ter ansiedade às vezes, mas tão intensamente que a pessoa se sentirá imobilizada. A sensação de ansiedade pode ser tão desconfortável que, para evitá-la, as pessoas deixam de fazer coisas simples (como usar o elevador) por causa do desconforto que sentem.

A farmácia Vitae oferece uma lista extensa de florais e homeopáticos, indicados para auxiliar no tratamento ansiedade.

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Enxaqueca

Muitas vezes confundida com outras cefaleias, a enxaqueca é um tipo de dor de cabeça que costuma provocar dores unilaterais e latejantes, acompanhadas na maioria das vezes de náuseas, vômitos e intolerância a sons, luz e cheiros fortes.

As crises tendem a aparecer ocasionalmente, com duração de quatro até 72 horas. Em casos extremos, a frequência pode ser diária.

Causas

A enxaqueca é uma doença multifatorial. Além do fator genético, o consumo de alimentos como queijos, embutidos, chocolate, café e adoçantes com aspartame, sono prolongado ou falta de sono, excesso de exposição ao sol, alterações de hormônios, tabagismo, odores fortes e a ingestão de bebida alcoólica podem desencadear uma crise. Transtornos de humor, como ansiedade e depressão, também podem frequentemente estar associados a um episódio de enxaqueca.

Farmácia Vitae oferece uma lista extensa de homeopáticos indicados para o tratamento de enxaqueca. O tratamento pode ser durante as crises ou de forma preventiva.

Ficou com dúvidas ou tem interesse, converse com nossos farmacêuticos.

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O que é adubo orgânico? Quais são os tipos de adubo orgânico e qual o preço?

O adubo orgânico é um produto de origem vegetal ou animal que contribui para o aumento da produtividade, qualidade e melhora de plantas e hortaliças, uma vez que ele melhora a fertilidade do solo.

Entre as grandes vantagens do adubo orgânico está o fato de poder ser aplicado direto no solo, já que ele não deixa resíduos químicos nem no solo e nem na planta. O adubo orgânico também ajuda a reter a água no solo e estimula o desenvolvimento saudável da raiz. Além disso, outra vantagem do adubo orgânico é que ele não prejudica nem oferece riscos à pessoa que o manuseia.

Quanto aos tipos de adubo orgânico, existem diversas subdivisões dentro do universo de adubos como o adubo orgânico simples, adubo orgânico tipo misto e adubo orgânico composto. Ademais, o adubo orgânico também dá para fazer e para se produzir em casa.

É possível, também, encontrar outras combinações como o adubo organomineral, adubo orgânico de vermicomposto e até adubo orgânico de lodo de esgoto.

Com relação ao preço do adubo orgânico (quilo ou da tonelada), os valores do mercado variam muito, mas em pesquisa pela web, foi possível encontrar uma média de preço para ajudar na sua pesquisa de compras. Nesse artigo, além de falar do adubo orgânico preço do quilo e da tonelada, vamos detalhar um pouco mais sobre cada tipo de adubo orgânico, também vamos ver como é feita a produção, para fazer em casa o adubo orgânico, como fazer adubo orgânico de compostagem, quais são os melhores adubos orgânicos e seu preço (seja do quilo ou da tonelada). Onde comprar adubo orgânico de saco e qual o melhor preço para adubo orgânico.

Adubo orgânico preço: Entenda um pouco mais sobre os tipos de adubo orgânico

Como foi dito anteriormente, existem vários tipos de adubo orgânico. Vamos ver abaixo um pouco mais sobre cada um deles.

Adubo orgânico simples

Trata-se da forma mais convencional de adubo. Originado a partir de matérias naturais e vegetais como esterco bovino ou restos de plantas e folhas e afins.

Adubo orgânico tipo misto

O adubo orgânico tipo misto surge da mistura entre dois tipos de fertilizantes simples. Ex: adubo de esterco bovino misturado com fertilizante de resto de folhas e plantas.

Adubo orgânico composto

Esse provém de um preparo um pouco mais complexo. O adubo orgânico composto é produzido a partir de processos físicos, químicos, físico-químicos ou bioquímicos, naturais ou controlados.

Pode ser produzido – além do material natural animal ou vegetal – com o uso de matérias industriais e urbanas. Sendo enriquecido no seu processo com nutrientes minerais, princípios ativos ou agentes capazes de intensificar as características físicas, químicas ou biológicas do fertilizante.

Adubo organomineral

Essa é uma combinação entre o adubo orgânico e mineral.

Adubo orgânico de lodo de esgoto

É um resíduo sólido não perigoso e não inerte gerado no tratamento biológico de esgotos sanitários. A sua composição é predominantemente orgânica, devido ao excedente de biomassa microbiana cultivada no processo de tratamento dos esgotos.

Adubo orgânico vermicomposto

Quem nunca viu minhocas sendo usadas para melhora do solo? É exatamente disso que se trata o adubo vermicomposto. A partir da digestão de matérias animais ou vegetais feita pelas minhocas, as propriedades do solo apresentam uma melhoria. Leia mais aqui.

Além dos tipos citados anteriormente, existe também o adubo orgânico feito a partir do lixo, sendo, de todos eles, o mais benéfico do ponto de vista ecológico, uma vez que reduz a produção de lixo e o reaproveita para uma outra utilidade. Mas como surge do lixo, um material que melhora a propriedade do solo? Simples! Surge a partir da separação da parte orgânica dos resíduos sólidos domiciliares e sua compostagem, resultando em produto de utilização segura na agricultura.

Adubo orgânico preço: Quanto custa para se produzir ou para fazer em casa?

O custo para se produzir adubo caseiro é praticamente zero, uma vez que toda matéria-prima provém do lixo que você, teoricamente, já tem em casa, como cascas de frutas e vegetais, ovos, borra de café etc.

Os pequenos gastos podem surgir na compra de um recipiente para se produzir o adubo orgânico, mas esse mesmo recipiente pode ser um balde simples, por exemplo.

Por esse motivo, o adubo orgânico caseiro apresenta um ótimo custo-benefício. Se você preferir comprar adubo orgânico, o preço do quilo varia de 10 a 20 reais.

Mesmo que você escolha equipamentos mais adequados para se produzir o adubo orgânico como, por exemplo, uma composteira e aumente um pouco os gastos, ainda assim é vantajoso. Afinal, você poderá usar a composteira em produções futuras. O preço de uma composteira de 15 quilos gira em torno de R$ 100.

Adubo orgânico preço: Como produzir adubo de compostagem?

Quando pensamos na preparação de um adubo orgânico caseiro, também conhecido por adubo de compostagem, pela força da palavra, imaginamos um processo longo e que exige muito trabalho. Porém, produzir adubo orgânico de compostagem é mais simples do que parece. A revista Casa e Jardim, do Globo.com, explica a forma perfeita para fazer em casa o melhor adubo orgânico caseiro.

“Existem muitos tipos de adubos orgânicos, constituídos por resíduos de origem animal e vegetal – como restos de alimentos e de vegetais, esterco animal etc. Um deles é o NPK – sigla que significa nitrogênio, fósforo e potássio –, que possui macronutrientes importantes e, por isso, auxilia na manutenção da saúde das plantas.

Três ingredientes caseiros podem compor um ótimo adubo NPK. São eles: borra de café coada (nitrogênio), casca de banana (potássio) e casca de ovo (cálcio). Basta bater tudo no liquidificador, acrescentar água até ficar bem diluído e pronto. ‘Um segredo é, depois de tudo batido, acrescentar um pouco de terra da composteira para adicionar microrganismos’, explica Gabriela Heringer, sócia e diretora criativa do Studio Lily, ateliê de cerâmicas e curadoria de plantas ornamentais.

Depois, é necessário deixar o adubo descansando por três dias. Como a mistura fermenta durante esse tempo, é bom colocar o recipiente dentro de outro, como uma vasilha, para o caso de transbordar o líquido. Após esse período, é recomendável usar o adubo orgânico uma vez por semana colocando diretamente na terra das plantas e, em seguida, um pouco de água para absorver bem. Já no inverno, quando a planta está em dormência e não absorve tanto, uma vez por mês é o bastante para as plantinhas ficarem felizes”.

Preço do adubo orgânico: Quais são os melhores adubos orgânicos e seu preço? Onde comprar?

Diante de tantas opções para preparar o adubo orgânico, pode surgir a dúvida sobre onde comprar, quais são os melhores adubos orgânicos e seu preço.

Sobre os melhores adubos orgânicos, vai depender do objetivo do cultivo. As receitas aqui mencionadas apresentam ótimo resultado e ficam ainda melhores se forem reforçadas com ingredientes que vão deixar o sistema solo-planta mais saudável e resistente às doenças.

Homeopatia Brasil possui produtos classificados pelo Ministério da Agricultura como fertilizantes e que podem ser adicionados ao adubo orgânico para melhorar os resultados. O fertilizante orgânico reforçado estimula o sistema solo-planta como um todo.

A Homeopatia Brasil também trabalha com uma linha de produtos voltados para a agricultura. Os produtos também são funcionais para cuidado e recuperação de solos e plantas desvitalizados. Você pode conferir cada um deles e os preços nos links abaixo.

Adubo orgânico certificado

Vale frisar que os adubos da Homeopatia Brasil podem ser usados tranquilamente, sem ferir a legislação que regula o sistema de produção orgânica pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

A homeopatia está incluída na lista positiva de insumos que são permitidos na agricultura orgânica e os produtos da Homeopatia Brasil são certificados pelo IBD (Associação de Certificação Instituto Biodinâmico), o que confere segurança e credibilidade para sua utilização perante órgãos de agricultura nacional e internacionais.

Adubo orgânico preço: Qual o melhor preço para adubo orgânico, do quilo e da tonelada?

O preço do saco de adubo orgânico é muito variável. O saco do quilo tem preços que variam de 10 a 20 reais, portanto, o preço da tonelada gira em torno de 10 a 20 mil reais, mas, comprando em grande quantidade é possível negociar um preço melhor.

Obviamente, o valor final do quilo ou da tonelada depende – além da quantidade – do tipo, da qualidade e da marca que se deseja adquirir. O adubo feito a partir das fezes de galinha, por exemplo, pode ser vendido por um valor bem abaixo dos valores mencionados. Na pesquisa para esse artigo, o valor mais baixo encontrado foi de 5 reais o preço do saco do quilo.

 

Fonte: https://homeopatiabrasil.com.br/

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Agricultura orgânica: o que é, vantagens e principais características

Você sabe o que é agricultura orgânica e suas principais características?

Quando falamos de agricultura orgânica, nos referimos a cultivos geralmente vindos de pequenos produtores independentes que trabalham com hortaliças, vegetais e frutas sem fazer o uso de agrotóxicos sintéticos, fertilizantes solúveis, hormônios, sulfas, aditivos e outros produtos químicos. Mas, a agricultura orgânica vai muito além de não fazer o uso de produtos químicos.

Dentro da agricultura orgânica está uma ideologia de se produzir. Para os produtores, a agricultura orgânica simboliza o equilíbrio para o meio-ambiente e pro ser humano. Fazendo com que todo um ecossistema seja respeitado dentro desse processo.

A agricultura orgânica é um processo produtivo que assegura o fornecimento de alimentos orgânicos mais saudáveis e mais saborosos. Sua produção não utiliza agrotóxicos, preserva a qualidade da água usada na irrigação e não polui o solo nem o lençol freático com substâncias químicas tóxicas.

Por utilizar sistema de manejo mínimo do solo, assegura sua estrutura e fertilidade, evitando erosões e degradação, contribuindo para promover e restaurar a biodiversidade local.

Por esse conjunto de fatores, a agricultura orgânica viabiliza a sustentabilidade da agricultura familiar e amplia a capacidade dos ecossistemas locais em prestar serviços ambientais a toda a comunidade do entorno. Para saber mais, clique aqui.

Sendo assim, podemos resumir os objetivos da agricultura orgânica num tripé fundamental:

  • Dar valor a propriedade familiar;
  • Respeitar o meio-ambiente e tudo aquilo que a natureza oferece;
  • Respeitar a saúde daquele que produz e daquele que consome.

Nesse artigo, você vai descobrir qual a diferença entre agricultura orgânica e a convencional; como é feita a agricultura orgânica; qual principal objetivo da agricultura orgânica; quais as vantagens da agricultura orgânica, quais as desvantagens da prática da agricultura orgânica e como é a agricultura orgânica no Brasil.

Qual diferença existe entre agricultura orgânica e a convencional?

Agora que vimos um pouco do que é agricultura orgânica, vamos entender qual diferença existe entre agricultura orgânica e a convencional.

A agricultura convencional visa a produção em larga escala. Para isso, é feito o uso, muitas vezes exagerado, de agrotóxicos e uma infinita lista de produtos químicos, pois na agricultura convencional o foco é produzir sempre em maior quantidade. A ideia é abastecer grandes supermercados e atacados.

Por outro lado, a agricultura orgânica é feita muitas vezes por produtores independentes. Produtores estes que trabalham com uma ideologia muita clara que poderia ser traduzida em “buscar a produtividade ótima e não a máxima”, ou seja, produzir com foco na qualidade e não na quantidade e, assim, fazer o cultivo respeitando a biodiversidade do solo, a água usada, aquele quem trabalha no plantio, a colheita e aquele que consome o produto.

Como é feita a agricultura orgânica?

Afinal, como é feita a agricultura orgânica? A agricultura orgânica é produzida, como já mencionado, normalmente por pequenos produtores e grupos familiares. Ao longo de todo o processo, a agricultura orgânica não usa agrotóxicos e semelhantes no seu plantio e cultivo. Na agricultura orgânica, a ideia é trabalhar o manejo mínimo de terra possível. Produzir em escala máxima não é uma intenção da agricultura orgânica. Uma vez que uma das técnicas para que se mantenha a produtividade do solo, é não “sugar” todas as propriedades do solo realizando o plantio da mesma cultura em exaustão.

Na agricultura orgânica, os cultivos mais presentes são as hortaliças, vegetais, tubérculos e afins. Tudo trabalhado de forma cuidadosa. No lugar de acelerar o crescimento e o amadurecimento utilizando agrotóxicos e outros insumos químicos, na agricultura orgânica busca-se respeitar o tempo de crescimento do cultivo. Da mesma forma, o combate a pragas, doenças e outros problemas verificados nas lavouras, também é feito de forma segura, sem uso de venenos e agrotóxicos.

Qual principal objetivo da agricultura orgânica?

A resposta para a pergunta sobre qual principal objetivo da agricultura orgânica é respeitar o meio-ambiente e o ecossistema; é ter alimentos sendo produzidos com maior teor nutritivo, evitando os químicos para que os consumidores não consumam o famigerado “veneno na mesa”.

O respeito ao meio-ambiente se dá por meio do respeito à biodiversidade do solo, trabalhando sem poluir a água, a terra e o ar e, claro, sem afetar a saúde daqueles que produzem. Essa somatória é o que se deseja em um ecossistema equilibrado, objetivo final da agricultura orgânica.

Quais as vantagens, desvantagens da prática da agricultura orgânica?

Para conferir o artigo que aborda a evolução dos orgânicos na íntegra, veja aqui.

Mas esse crescimento não foi repentino. Os questionamentos em torno da agricultura convencional começaram a ser levantados há muito tempo. O intenso mal que algumas práticas agrícolas fizeram ao meio-ambiente ativou um sinal de alerta em profissionais e consequentemente na população que paga esse preço e tem sua saúde também colocada em risco.

Matéria especial do G1 aponta que a agricultura orgânica se encontra em grande estágio de desenvolvimento. O levantamento da pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, Lucimar Santiago de Abreu, indica que já são mais de 72,9 milhões de hectares de área cultivada, tendo alcançado em 2019 um mercado de 106,4 bilhões de euros, sendo os maiores níveis já registrados.

Como é a agricultura orgânica no Brasil?

E como é a agricultura orgânica no Brasil? Em nosso país, a agricultura orgânica é uma bandeira que cresce exponencialmente. Segundo o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), em 2017 eram 17.075 registros de entidades produtoras de orgânicos no país, das quais cerca de 70% dos produtores são de agricultura familiar. Um crescimento importante se comparado com os dados de 2013, quando eram apenas 6.700 registros.

O censo do setor de 2006 mostra ainda que a agricultura familiar participava com 30% do valor bruto da produção agrícola e agropecuária no Brasil, o que representava em torno de R$ 12 bilhões, segundo dados do ministério. Em 2019 esse número aumentou, fazendo com que os produtores orgânicos chegassem a 22 mil.

“O que devo saber sobre os principais remédios da homeopatia para refluxo” é outra pergunta que aparece com bastante frequência, em especial nas buscas do Google.

Hoje, a homeopatia engloba mais de 3 mil “medicamentos” que podem ser extraídos de fonte vegetal, mineral, animal e produtos químicos. Os remédios homeopáticos podem ser encontrados na forma de gotas, formulações magistrais, glóbulos, tabletes, comprimidos, pós e supositórios. Por esse motivo, é muito importante que você procure sempre um especialista que vai indicar qual o melhor tratamento para o seu caso.

A homeopatia trata a pessoa de forma individualizada, levando em conta seus histórico de saúde-doença, além de vários outros aspectos comportamentais e emocionais. Sendo assim, consultar um especialista é o mais indicado para você saber tudo que precisa sobre o medicamento a ser utilizado.

Quais os tipos e onde encontrar o tratamento de homeopatia para refluxo?

O grau da inflamação causada no esôfago pelo refluxo depende da acidez do conteúdo do estômago e da quantidade de ácido que entra em contato com a mucosa do esôfago. Por esse motivo, é importante consultar um especialista que vai ter condições de avaliar seu caso especificamente e indicar o melhor tratamento.

A medicina homeopática é o segundo sistema de saúde mais utilizado no mundo, sendo usada por cerca de 500 milhões de pessoas. No Brasil, a homeopatia é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e é oferecida pelo SUS (Sistema Único de Saúde), portanto, em hospitais públicos é lugar onde encontrar o tratamento de homeopatia para refluxo, além, é claro, de clínicas e farmácias especializadas.

Mundialmente o mercado da agricultura orgânica já movimento 6 bilhões de reais. No Brasil, ainda muito dependente da agricultura convencional, a população esbarra no preço dos produtos orgânicos, ainda mais altos do que os dos oriundos da agricultura convencional. Uma pessoa pode gastar até R$ 300 mensais somente com orgânicos.

A agricultura orgânica e o MST

No Brasil é impossível falar de agricultura orgânica sem citar o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra). Deixando a parte o fato de ter uma forte carga política, não é possível desconsiderar que o movimento, que completa esse ano 38 anos de existência, é um dos maiores produtores de agricultura orgânica do país.

“A maneira de trabalhar a terra e repensar as conexões entre campo, ser humano e cidade integra o pensamento adotado oficialmente pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, desde 2007. A redistribuição de propriedade é algo central, mas nós assumimos como produtores de comida e passamos a aprofundar experiências agroecológicas que eram mais isoladas. É um modo de produção que nos permite repensar a vida. Produções orgânicas ou agroecológicas, quando praticadas por agricultores familiares, não são só sustentáveis, economicamente viáveis e socialmente justas, como tendem a estreitar os laços entre produtor e consumidor que a industrialização afrouxa”, disse Ana Chã, do coletivo de cultura do movimento.

 

Font: https://homeopatiabrasil.com.br/

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Homeopatia para refluxo: como funciona?

Quem tem refluxo sabe bem o quanto essa doença castiga o organismo. Dor, ânsia de vômito, queimação na garganta, peito e estômago, azia, arrotos, mau hálito, tosse, indigestão, regurgitação, irritação, dificuldade para dormir, são alguns dos sintomas mais comuns provocados pelo refluxo. Para piorar, alguns dos medicamentos convencionais usados no tratamento provocam, também, muitos efeitos colaterais. É por esse motivo que a homeopatia surge como ótima opção de tratamento. Nesse artigo, vamos ver como funciona a homeopatia para refluxo e entender que ela age de forma suave no organismo.

Além de eliminar os sintomas tão incômodos, o tratamento também é importante porque, se não tratado, o refluxo pode se agravar causando inflamação na parada do esôfago, chamada esofagite.

Nesse artigo você também vai ver quais os benefícios da homeopatia para refluxo, qual a importância e por que devo usar homeopatia para refluxo, quais os sinais de que devo começar um tratamento de homeopatia para refluxo, o que devo saber sobre os principais remédios da homeopatia para refluxo, quais cuidados adicionais devo ter para amenizar o problema de refluxo, quais os tipos e onde encontrar o tratamento de homeopatia para refluxo e vai descobrir se, de fato, a homeopatia para refluxo funciona e como pode ajudar.

Homeopatia para refluxo: entenda, primeiro, o que é refluxo

O refluxo se caracteriza pelo retorno do conteúdo do estômago (onde o alimento é digerido) para o esôfago, que é um tubo que conduz o alimento da garganta até estômago. Mais especificamente, o ácido estomacal faz o caminho de volta pela garganta, podendo chegar até a boca. Ou seja, o refluxo é causado pelo retorno involuntário e repetitivo do conteúdo gástrico, que é quando os sucos do estômago sobem para o esôfago.

O refluxo, ou refluxo gastroesofágico, acontece geralmente por causa de alterações anatômicas ou no funcionamento do esfíncter que está presente entre o esôfago e o estômago, cuja função é permitir a entrada do alimento no estômago e impedir o seu retorno. Esse esfíncter funciona como uma válvula que impede a entrada do suco gástrico no esôfago, mas, quando a pessoa está com refluxo, essa válvula não funciona. 

Com isso, o suco responsável pela digestão de proteínas no estômago, que é bastante ácido e irritante retorna para o esôfago, o qual não tem mucosa preparada para lidar com o conteúdo ácido provocando a azia, ardência, dor torácica intensa, tosse entre outros sintomas já mencionados.

Quais os benefícios da homeopatia para refluxo?

O tratamento homeopático é indicado para qualquer pessoa e apresenta melhora em qualquer quadro de doença. Mas quais os benefícios da homeopatia para refluxo?  A homeopatia para refluxo é uma terapia menos agressiva ao organismo, pois não cria dependência e trata o indivíduo como um todo, ajudando o organismo a encontrar o caminho para a cura.

A homeopatia para refluxo ajuda a manter o ph do estômago equilibrado, além de evitar outros problemas no sistema digestivo. Ao usar homeopatia para refluxo, o paciente também evita inflamações no estômago, que poderia se agravar e se tornar um caso mais grave.  

Então, para ficar claro, vamos elencar em tópicos quais os benefícios da homeopatia para refluxo:

  • Homeopatia para refluxo é um tratamento menos agressivo ao organismo;
  • Homeopatia para refluxo tem ação mais segura e suave no combate ao problema;
  • Homeopatia para refluxo trata o paciente como um todo;
  • Homeopatia para refluxo ajuda o organismo a se equilibrar;
  • Homeopatia para refluxo fortalece a Energia Vital e auxilia o organismo a encontrar o caminho da cura;
  • Homeopatia para refluxo atua de forma preventiva a despeito de outras doenças;
  • Homeopatia para refluxo não gera o risco de dependência ao medicamento.

Qual a importância e por que devo usar homeopatia para refluxo?

O uso de homeopatia para refluxo é um potente auxiliar para tratar o problema e também fortalecer o sistema imunológico do paciente, que estará melhor preparado para enfrentar outras eventuais doenças.

Qual a importância e por que devo usar homeopatia para refluxo? A homeopatia para refluxo aparece como opção importante de tratamento, uma vez que sua atuação é menos agressiva, respeitando o processo natural do corpo. A homeopatia para refluxo não provoca reações bruscas que podem comprometer seu sistema digestivo a longo prazo em um repetitivo período de uso.

O uso da homeopatia para refluxo também é positivo uma vez que o medicamento atua no tratamento do paciente como um todo e não apenas nos sintomas que a doença apresenta. Ao fortalecer o sistema imunológico, a homeopatia para refluxo reequilibra o organismo que encontra o caminho da cura.

Esse tipo de ação da homeopatia para refluxo ajuda a eliminar aquela situação em que o problema é momentaneamente resolvido, mas volta no decorrer do tempo. Com isso, a homeopatia para refluxo ajuda a zerar o risco de sequelas e de as doenças se tornarem crônicas.

Quais os sinais de que devo começar um tratamento de homeopatia para refluxo?

Uma pergunta bastante comum quando o assunto é refluxo é “quais os sinais de que devo começar um tratamento de homeopatia para refluxo?”. Assim como qualquer doença, quanto mais precocemente for tratada, mais chances de se alcançar um melhor resultado.

No caso de refluxo, é importante observar a presença dos sintomas já mencionados como, por exemplo: dor, ânsia de vômito, queimação na garganta, peito e estômago, azia, arrotos, mau hálito, tosse, indigestão, irritação e, o mais comum deles, a regurgitação.

Mas existem outros sinais de que é necessário iniciar um tratamento. Tosse seca frequente após comer, indigestão, dificuldade para engolir os alimentos; laringite; crises de asma ou infecções de vias aéreas superiores de repetição estão na lista

O refluxo também pode acometer bebês. O site Tua Saúde traz um artigo assinado pela Dra. Clarisse Bezerra, que esclarece sobre o tema. Reproduzimos um trecho abaixo:

“O refluxo em bebês também provoca retorno do conteúdo dos alimentos do estômago em direção à boca, por isso, alguns dos sinais e sintomas que podem indicar esta situação são vômitos constantes, sono agitado, dificuldade para mamar e ganhar peso e rouquidão devido à inflamação da laringe. Além disso, o bebê pode desenvolver otites de repetição devido a inflamações frequentes das vias aéreas ou até pneumonia aspirativa, devido à entrada de alimentos nos pulmões.”

Confira o artigo na íntegra clicando aqui.  

Claro que é sempre importante lembrar que mesmo diante de sintomas claros como esses, a pessoa deve procurar orientação médica antes de começar qualquer tratamento.

A homeopatia para refluxo funciona? Como pode ajudar?

A homeopatia para refluxo não só funciona como é indicada em diversos casos. Vamos ver como pode ajudar fazer uso da homeopatia para refluxo.

A homeopatia para refluxo atua reduzindo o acúmulo de ácido, reequilibrando o pH, restaurando o sistema digestivo e fortalecendo a válvula que separa o estômago do esôfago

O refluxo pode surgir também devido a problemas emocionais e, nesses casos, a homeopatia para refluxo tem atuação importante no processo de cura.

Homeopatia para refluxo: Quais cuidados adicionais devo ter?

No tratamento usando homeopatia para refluxo também é recomendável algumas medidas simples que vão ajudar a eliminar mais rapidamente o desconforto causado pelo refluxo. Veja abaixo quais cuidados adicionais devo ter, para amenizar o problema de refluxo:

  1. Evitar tomar líquidos durante as refeições
  2. Evitar deitar-se nos primeiros 30 minutos após as refeições
  3. Mastigar e comer devagar
  4. Usar roupas largas que não apertem na cintura
  5. Fazer refeições em pequenas quantidades, especialmente ao jantar
  6. Comer pelo menos 2 horas antes de dormir

Em artigo do site Tua Saúde, você encontra mais dicas caseiras de como ajudar no tratamento de refluxo. Veja o artigo completo aqui.

O que devo saber sobre os principais remédios da homeopatia para refluxo?

“O que devo saber sobre os principais remédios da homeopatia para refluxo” é outra pergunta que aparece com bastante frequência, em especial nas buscas do Google.

Hoje, a homeopatia engloba mais de 3 mil “medicamentos” que podem ser extraídos de fonte vegetal, mineral, animal e produtos químicos. Os remédios homeopáticos podem ser encontrados na forma de gotas, formulações magistrais, glóbulos, tabletes, comprimidos, pós e supositórios. Por esse motivo, é muito importante que você procure sempre um especialista que vai indicar qual o melhor tratamento para o seu caso.

A homeopatia trata a pessoa de forma individualizada, levando em conta seus histórico de saúde-doença, além de vários outros aspectos comportamentais e emocionais. Sendo assim, consultar um especialista é o mais indicado para você saber tudo que precisa sobre o medicamento a ser utilizado.

Quais os tipos e onde encontrar o tratamento de homeopatia para refluxo?

O grau da inflamação causada no esôfago pelo refluxo depende da acidez do conteúdo do estômago e da quantidade de ácido que entra em contato com a mucosa do esôfago. Por esse motivo, é importante consultar um especialista que vai ter condições de avaliar seu caso especificamente e indicar o melhor tratamento.

A medicina homeopática é o segundo sistema de saúde mais utilizado no mundo, sendo usada por cerca de 500 milhões de pessoas. No Brasil, a homeopatia é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e é oferecida pelo SUS (Sistema Único de Saúde), portanto, em hospitais públicos é lugar onde encontrar o tratamento de homeopatia para refluxo, além, é claro, de clínicas e farmácias especializadas.

Para saber mais sobre refluxo, leia essa matéria da Gazeta do Povo: Refluxo – sintomas e tratamento

 

Font: https://homeopatiabrasil.com.br/

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O que é colesterol total: taxas ideais e como medir

O colesterol é uma gordura importante para o funcionamento do corpo. Existem 3 tipos de colesterol: o chamado colesterol bom (HDL), o colesterol ruim (LDL) e o colesterol associado aos triglicerídeos (VLDL). Para entender de forma simples o que é colesterol total, é saber que o colesterol total é a soma desses três tipos de colesterol, sobre os quais vamos ver um pouco mais logo abaixo.

Nesse artigo, vamos entender um pouco melhor o que é colesterol total e também vamos ver os seguintes tópicos: colesterol total: por que pode estar alto? Como baixar o colesterol total; quando é perigoso e quais as taxas ideais do colesterol total; como medir como controlar o colesterol total; colesterol total: qual a relação com alimentação e quais os tipos de colesterol?

Colesterol total: quais os tipos de colesterol?

Já vimos o que é colesterol total agora vamos ver com mais detalhes quais os tipos de colesterol. O colesterol HDL é uma lipoproteína de alta densidade. O seu papel é transportar o colesterol dos tecidos do corpo humano para o fígado. Esse transporte é tratado na medicina como o transporte reverso. O termo HDL vem do inglês high density lipoprotein que em português tem o significado de lipoproteína de alta densidade. O HDL exerce uma função contraria ao LDL e VLDL, os colesteróis ruins.

O HDL funciona como um elemento de limpeza no organismo. Tirando o colesterol das artérias e os conduzindo até o fígado. Isso impede que o corpo apresente o indesejável problema de excesso de colesterol nas artérias. Entendendo essa função de faxineiro exercido pelo HDL, é fácil compreender porque ele é considerado colesterol bom.

O “colesterol ruim” – em inglês, a sigla LDL vem de Low Density Lipoprotein, ou lipoproteína de baixa densidade. E, conforme explica artigo publicado pela Saúde Abril Medicina, essa molécula não é um colesterol. “O que ela faz é carregar as partículas de colesterol do fígado e de outros locais para as artérias. Ou seja, se anda em excesso na circulação, ela provoca um acúmulo nos vasos que pode, com o tempo, entupi-los ou formar trombos. Esse é o estopim para o infarto e o acidente vascular cerebral”.

Já o colesterol VLDL é uma lipoproteína de muita baixa densidade, produzido no fígado e tem como sua principal função transportar os triglicerídeos pela corrente sanguínea. Também considerado colesterol ruim.

Veja mais sobre colesterol total e seus riscos nesse artigo:

Colesterol total: por que pode estar alto?

Para ter um colesterol total controlado, deve-se atentar a alguns fatores preponderantes e entender por que pode estar alto o índice de colesterol total.

Certos hábitos, condições e vícios cotidianos podem certamente sinalizar desequilíbrio no colesterol total, sendo quase sempre, para alto nível de colesterol total. Então é de suma importância tomar certos cuidados para manter o colesterol total equilibrado, pois o colesterol total em níveis altos oferece risco de doenças cardiovasculares, pressão alta e entupimento das veias, podendo causar infarto e derrame (AVC).

Para saber como prevenir um aumento nos níveis de colesterol total no organismo, é importante saber a origem desse colesterol total alto, que está diretamente ligado a alguns fatores, como por exemplo:

  • Tabagismo
  • Histórico familiar (genética)
  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Consumo de leite integral e seus derivados
  • Frituras
  • Carnes gordurosas
  • Consumo de margarina
  • Má alimentação em geral.

Como baixar o colesterol total?

Como baixar o colesterol total é uma dúvida muito recorrente. E o mais recomendado para manter o colesterol total equilibrado é que o paciente estabeleça uma vida mais saudável.

A prática de atividades físicas surge como uma das principais ferramentas para se baixar o colesterol total, pois o sedentarismo é um grande aliado do colesterol total alto que se em contrapartida a um baixo nível de HDL.

Além de manter o corpo ativo, o tabagismo pode ser um grande problema para seu organismo, fazendo com que os colesteróis ruins (VLDL E LDL) tenham uma grande concentração nas artérias. Podendo ocasionar o conhecido e temido entupimento de veias.

Outra maneira de manter seu nível de colesterol total equilibrado é adotando uma alimentação saudável como rotina e implementando alimentos que apresentam um rico percentual de HDL.

Esses alimentos fazem com que seu organismo mantenha em níveis saudáveis o bom colesterol e, consequentemente, abaixe os níveis do colesterol ruim.

Com uma lista variada de alimentos, você pode inserir na sua dieta cotidiana itens como abacate, nozes, avelã, castanhas, peixes ricos em ômega 3, sementes de girassol, sementes de gergelim, óleo de canola, azeitona e azeite. Além das obvias, frutas, verduras e vegetais variados. Uma lista repleta e que apresenta uma boa versatilidade de receitas.

Veja mais a respeito no artigo Sintomas de Colesterol, publicado pelo site Tua Saúde, especializado no tema.

Quando é perigoso? Quais as taxas ideais do colesterol total?

Quando é perigoso e quais as taxas ideais do colesterol total são dúvidas muito comuns dentro desse tema “colesterol total”.

O colesterol total para ser considerado ideal deve estar pouco inferior a 200 mg/dl. O colesterol total sendo superior a 240 mg/dl já é considerado um colesterol alto e prejudicial à saúde humana. O nível ideal de colesterol HDL no corpo humano deve ser superior a 40 mg/dl e inferior a 100 mg/dl. Lembrando que essa taxa é válida apenas para o colesterol HDL.

Vale destacar que, mesmo o bom colesterol, ou seja, o HDL, também deve ser mantido em equilíbrio, pois um HDL alto, acima de 100 mg/dl, pode ser responsável para que o colesterol total ultrapasse os 240 mg/dl.

Veja alguns dos males que podem ser causados pelo colesterol total alto:

  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Infarto;
  • Pressão alta;
  • Entupimento de veias e artérias;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Aterosclerose.

Como medir como controlar o colesterol total?

A maneira mais convencional de como medir como controlar o colesterol total é por meio de exames de sangue que são realizados normalmente em clínicas, hospitais ou laboratórios. O exame consiste em, após um jejum de 12 horas, retirar o sangue e medir as gorduras presentes nele como o HDL, VLDL, LDL e triglericídios.

Para controlar os níveis de colesterol total, com ojá mencionado, o mais recomendado é que o paciente estabeleça uma vida mais saudável, com a prática regular de atividades físicas, eliminar hábitos como o tabagismo e manter uma rotina de alimentação saudável.

Colesterol total: qual a relação com alimentação? Qual a relação com alimentação , quando se fala de colesterol total? Aqui cabe um trocadilho. Quando o assunto é colesterol total, a relação com a alimentação é total. Afinal, a maioria das gorduras presentes em nosso organismo e principalmente em nosso sangue vem de nossa alimentação.

A revista Istoé traz uma reportagem referente a um estudo recente realizado nos Estados Unidos que dá dicas importantes para transformar a alimentação numa aliada da saúde cardíaca:

“Há uma nova lista de recomendações nutricionais para uma boa saúde cardiovascular, divulgada no fim de 2021 pela Associação norte-americana do Coração (AHA, na sigla em inglês). As orientações têm foco nos padrões alimentares e no equilíbrio das escolhas, sem citar, especificamente, quais itens seriam “proibitivos” ou “liberados”. Ao todo, dez pontos compõem o documento, sendo todos eles baseados em evidências. Confira a lista da entidade:

  1. Ajustar a quantidade de calorias ingeridas e o gasto calórico para alcançar e manter um peso saudável.
  2. Ingerir grande quantidade de frutas e vegetais, de variedades diferentes.
  3. Optar por alimentos integrais ou feitos com cereais integrais em vez de grãos refinados.
  4. Escolher fontes saudáveis de proteínas, principalmente de origem vegetal (leguminosas e nozes); comer regularmente peixe e marisco; preferir produtos lácteos desnatados e com baixo teor de gordura às versões integrais; optar por cortes magros de carne em vez de formas processadas.
  5. Preferir óleos vegetais líquidos a óleos tropicais (coco, palma, palmiste) e gordura animal (banha e manteiga), ou optar por gorduras parcialmente hidrogenadas.
  6. Dar preferência aos alimentos minimamente processados (alimentos in natura) ao invés dos  alimentos ultra processados.
  7. Diminuir o consumo de bebidas e alimentos com adição de açúcar.
  8. Escolher alimentos com pouco ou nenhum sal.
  9. Se não consome bebida alcoólica, não comece e, se consome, limite a quantidade.
  10. Seguir essas recomendações independentemente de onde os alimentos são preparados ou consumidos.

O impacto da má alimentação na saúde cardíaca é um velho conhecido. Somada ao sedentarismo, à obesidade e ao controle inadequado da pressão arterial, do colesterol, do estresse e do diabetes, cria-se o terreno ideal para o surgimento de doenças cardiovasculares. Segundo o médico cardiologista Francisco Maia da Silva, do Hospital Israelita Albert Einstein, também professor de cardiologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), chefe do serviço de cardiologia da Santa Casa de Curitiba e coordenador da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), estas são a maior causa de mortalidade no mundo, com cerca de 16 milhões de eventos cardiovasculares somente em 2019, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“É uma triste realidade que pode ser transformada com atitudes preventivas, que envolvem medidas de reeducação para uma alimentação saudável para o coração e outras mudanças de estilo de vida. São medidas não farmacológicas capazes de reduzir a ocorrência dos eventos cardiovasculares”, diz o médico. Veja o artigo na íntegra aqui.

 

Font: https://homeopatiabrasil.com.br/

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Colesterol HDL: o que é, para que serve e qual o valor ideal

O colesterol HDL, também conhecido como o bom colesterol, é uma lipoproteína de alta densidade. Ele é um tipo de colesterol importante para o bom funcionamento do corpo, pois atua no processo de eliminação de gorduras do organismo, ajudando a prevenir doenças do coração. Seu papel é transportar o colesterol dos tecidos do corpo humano para o fígado. Esse transporte é tratado na medicina como o transporte reverso.

O termo HDL vem do inglês high density lipoprotein que em português tem o significado de “lipoproteína de alta densidade”.

O colesterol HDL exerce uma função contraria ao LDL e VLDL, que são considerados os colesteróis ruins (veja mais abaixo).

O colesterol HDL funciona como um elemento de limpeza no organismo. De forma simplificada, é possível dizer que ele tira o colesterol das artérias e os conduz até o fígado, onde será eliminado. Isso impede que o corpo apresente excesso de colesterol nas artérias.

Nesse artigo, além de entendermos melhor o que é o colesterol HDL, vamos ver, também, qual o valor ideal do colesterol HDL no corpo; porque o colesterol HDL é conhecido como bom; quando é considerado alto o nível de colesterol HDL; quais cuidados devo ter com alimentação para manter o colesterol HDL em níveis saudáveis; para que serve o colesterol HDL; onde se encontra o colesterol HDL; quais os outros tipos de colesterol; por que é conhecido como bom; quais cuidados devo ter como o colesterol HDL; como controlar os níveis do colesterol, porque controlar os níveis de colesterol; como a dislipidemia está relacionada ao colesterol; onde ele se encontra; principais sintomas e causas do alto colesterol e como é feito o exame de colesterol.

Colesterol HDL: o que é, porque é conhecido como bom e para que serve o colesterol HDL?

Como já dito, o colesterol HDL remove as moléculas de gordura de dentro dos vasos e as transporta até o fígado, onde são devidamente metabolizadas e eliminadas do corpo. Mas, para que serve o colesterol HDL?

O colesterol HDL possui ação anticoagulante, anti-inflamatória e antioxidante quando está em quantidades ideais no sangue. O colesterol HDL também auxilia na produção de hormônios, da bile e da vitamina D, que são importantes para o bom funcionamento do organismo.

Dessa forma, o colesterol HDL atua como protetor cardiovascular, prevenindo o desenvolvimento de doenças, como infarto, aterosclerose, AVC e trombose, por exemplo.

Colesterol HDL: onde ele se encontra?

Já descobrimos para que serve o colesterol HDL, mas, onde ele se encontra? O colesterol HDL pode ser encontrado em diversos alimentos como:

  • Abacate;
  • Nozes;
  • Avelã;
  • Castanhas;
  • Peixes ricos em ômega 3;
  • Sementes de girassol;
  • Sementes de gergelim;
  • Óleo de canola;
  • Azeitona;
  • Azeite.

Qual o valor ideal de colesterol HDL e quando é considerado alto?

Para que o colesterol HDL possa desempenhar suas funções corretamente e trazer todos os benefícios mencionados acima, é importante que os níveis de colesterol HDL e LDL estejam adequados. Mas, afinal, qual o valor ideal de colesterol HDL, por que é conhecido como bom e quando é considerado alto?

Níveis muito baixos de HDL ou altos de LDL podem ter efeitos negativos para o organismo, o que aumenta significativamente o risco de doenças.

O nível ideal de colesterol HDL no corpo humano deve ser superior a 40 mg/dl e inferior a 100 mg/dl. Lembrando que essa taxa é válida apenas para o colesterol HDL. Quanto ao colesterol total, para que seja considerado ideal deve estar pouco inferior a 200 mg/dl. Uma vez que o colesterol total passa de 240 mg/dl já é considerado um colesterol alto e prejudicial à saúde humana.

Mas, atenção! Quem pensa que o “bom” colesterol também não pode ser prejudicial está enganado. O colesterol HDL se acima de 100 mg/dl também pode ser danoso ao organismo. Uma recente pesquisa apresentou resultados que comprovam que pessoas com o colesterol HDL elevado podem apresentar maior perigo de hospitalização causadas por infecções e doenças infecciosas como um gastroenterite ou até mesmo uma pneumonia.

Para saber mais, clique aqui.

Quais são os principais sintomas e causas e como é feito o exame de HDL?

Como já mencionado, especificar quais são os principais sintomas e causas do colesterol HDL não é tarefa fácil, uma vez que colesterol alto em si não causa sintoma. O que pode acontecer é o paciente sofrer com sintomas de doenças acarretadas pelo alto colesterol, como doenças cardíacas, diabetes e uma série de doenças.

Os sintomas também podem ser variados em casos de doenças geradas a partir de um colesterol alto. Podem ser tontura, dor de cabeça, membros inchados e até palpitações cardíacas.

Mas, afinal, como é feito o exame de colesterol HDL? Para medir o nível de colesterol HDL é realizada a coleta de sangue. Sendo colhido, em geral, de uma veia do antebraço. O colesterol HDL, em algumas circunstâncias, também pode ser medido a partir de uma simples gota de sangue retirada do dedo.

Como controlar os níveis colesterol HDL?

Saber como controlar os níveis de colesterol HDL é importante para que o paciente estabeleça uma vida mais saudável. A prática de atividades físicas é fundamental, pois o sedentarismo é um grande aliado do alto colesterol total que se dá por um baixo nível de HDL.

Hábitos como o tabagismo podem ser um grande problema para seu organismo, fazendo com que aumente a concentração nas artérias dos colesteróis ruins (VLDL E LDL); provocando o risco do entupimento de veias. Além disso, outra maneira de manter seu nível de colesterol equilibrado é implementando em sua alimentação alimentos que apresentam um rico percentual de HDL (veja mais sobre o tema aqui).

Sendo assim, esse tripé de atividade física, alimentação saudável e abandono do tabagismo contribui de maneira efetiva para que o colesterol HDL fique equilibrado.

Por que controlar os níveis de colesterol HDL?

Por que controlar os níveis de colesterol HD é importante? Já vimos que o colesterol HDL equilibrado é fundamental para termos mais saúde. E, embora o colesterol alto não costuma apresentar sintomas, já vimos que ele é um componente ativo no quadro de vários problemas de saúde que podem ser evitadas, desde que o colesterol esteja dentro de níveis normais. Entre eles, estão:

  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Infarto;
  • Pressão alta;
  • Entupimento de veias e artérias;
  • Insuficiência cardíaca
  • Aterosclerose

Levando em consideração que cada doença citada ainda pode apresentar desdobramentos, a lista é um fator bem convincente para se manter um colesterol equilibrado.

Quais cuidados devo ter para controlar os níveis de colesterol HDL?

Para ter o colesterol controlado, é importante se atentar a quais cuidados ter, pois alguns fatores são preponderantes.

Certos hábitos, condições e vícios cotidianos podem, certamente, sinalizar desequilíbrio no colesterol. Sendo que, quase sempre, esse deslocamento é para o alto nível de colesterol. Então, é de suma importância tomar alguns certos cuidados, pois o nível do colesterol HDL está totalmente ligado com alguns fatores, que são:

  • Tabagismo;
  • Histórico familiar (genética);
  • Sedentarismo;
  • Obesidade;
  • Consumo de leite integral e seus derivados;
  • Frituras;
  • Carnes gordurosas;
  • Consumo de margarina;
  • Má alimentação em geral.

A alimentação é fator importante para o equilíbrio do colesterol. Veja 10 alimentos que ajudam a baixar o colesterol ruim.

Quais os outros tipos de colesterol?

Existem 3 tipos de colesterol. Além do colesterol HDL, quais os outros tipos de colesterol?

Há o colesterol LDL, considerado o colesterol ruim, e o colesterol VLDL, que é associado aos triglicerídeos. A soma desses três tipos de colesterol no organismo resulta no que chamado colesterol total.

Em português, o colesterol LDL significa “lipoproteína de baixa densidade”; já colesterol VLDL, significa “lipoproteína de muita baixa densidade”. Portanto, o trio de colesteróis no organismo fica da seguinte forma:

  • Colesterol HDL (bom);
  • Colesterol LDL (ruim);
  • Colesterol VLDL (ruim).

Como a dislipidemia está relacionada ao colesterol HDL?

Como a dislipidemia está relacionada ao colesterol HDL é uma pergunta recorrente. Mas, antes de responder a essa questão, vamos entender um pouco mais sobre a dislipidemia.

Existem dois tipos de dislipidemia: a primeira delas é a primária, que surge devido à fatores genéticos. Normalmente, o pai ou a mãe também têm dislipidemia.

Depois, temos a dislipidemia secundária, que pode ser causada por outras doenças (como diabetes); por uso de medicações (como diuréticos e corticoides); ou pelo estilo de vida sedentário e consumo excessivo de alimentos gordurosos.

A dislipidemia é caracterizada pelo nível alto de lipídios no sangue, ou seja, gordura no sangue. Quando esses níveis estão muito elevados, há o risco de placas de gordura se formarem ou se acumularem nas artérias. Esse quadro pode levar à obstrução do fluxo sanguíneo que vai para o coração e o cérebro.

Mas como a dislipidemia está relacionada ao colesterol HDL? A dislipidemia é também chamada de colesterol alto e ela surge quando os níveis de colesterol HDL estão baixos ou quando os níveis de colesterol ruim estão altos.

A dislipidemia geralmente está relacionada à obesidade, alimentação inadequada e falta de exercícios. Além disso, a dislipidemia geralmente não causa sintomas. Uma dieta saudável, exercícios físicos e medicamentos hipolipemiantes podem ajudar a prevenir complicações.

 

Fonte: https://homeopatiabrasil.com.br/

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Lactobacilos acidófilos: o que são, onde se encontra e como tomar

Lactobacilo acidófilo (Lactobacillus acidophilus) é uma bactéria “do bem”. Essa bactéria se aloja no intestino humano e traz proteção. Assim como outras do mesmo gênero que também se encontram em nosso organismo, ela auxilia e combate possíveis ameaças ao corpo. A família dessas bactérias benéficas também contém L. bulgaricus, L. reuteri, L. plantarum, L. casei, B. bifidus, Streptococcus salivarius, Streptococcus thermophilus e a levedura Saccharomyces boulardii.

Mas, assim como outras bactérias, os lactobacilos acidófilos também podem se desequilibrar e ficar em falta em nosso organismo sendo necessária sua reposição. Nesse artigo vamos ver o que são Lactobacilos acidófilos; onde se encontra os lactobacilos acidófilos; para que serve os lactobacilos acidófilos; como funciona os lactobacilos acidófilos; os principais benefícios dos lactobacilos acidófilos e qual a importância para saúde dos lactobacilos acidófilos. Além disso, também vamos ver como tomar lactobacilos acidófilos, qual seu uso probiótico e entender qual sua função.

Lactobacilos acidófilos: onde se encontra?

Muitos fazem as mesmas perguntas: o que são lactobacilos acidófilos, onde se encontra, qual a importância para saúde, como tomar, para que serve, qual seu uso probiótico e principais benefícios?

Os lactobacilos acidófilos se alojam no estômago, na boca, na vagina, na uretra, no cérvix e no trato gastrointestinal. Esse probiótico combate doenças ligadas às regiões mencionadas e também em outras partes do organismo.

Para saber como tomar, saiba que os lactobacilos acidófilos podem ser repostos por meio do consumo de determinados alimentos, além de também poder ser encontrado em produtos farmacêuticos.

Confira abaixo uma lista com alimentos que são ricos em Lactobacilos acidófilos:

Azeitona Verde

A azeitona verde é um rico alimento em probióticos. Muito consumida pelos brasileiros, ela é preparada em salmoura e passa por um processo de fermentação natural, o que a deixa rica em lactobacilos vivos, dando ao alimento aquele gosto peculiar.

Queijo cottage

O queijo cottage é rico em probióticos e é um alimento que auxilia no processo digestivo. Além disso, ele contém cálcio, que é fundamental para o fortalecimento dos ossos e dentes. Mas, atente-se ao consumo exagerado. O queijo cottage tem uma alta quantidade de gordura e também sódio. Consumido em alta quantidade, pode ser prejudicial à saúde.

Chucrute

O chucrute se assemelha muito a um repolho e é consumido após um processo de conserva. Esse tempo de conserva traz para ele, assim como no caso da azeitona, um processo de fermentação natural. Isso faz com que o chucrute seja rico em lactobacilos vivos.

Picles

Assim como a azeitona e o chucrute, o picles também passa pela fermentação natural durante o tempo de conserva, o que faz com que ele se torne rico em lactobacilos vivos.

Missô

Por último, temos o missô. O missô é uma sopa japonesa farta quando se trata de lactobacilos vivos. Isso, pois ela é feita a partir da fermentação da soja.

Além dos citados acima, também existem probióticos manipulados pela indústria farmacêutica. Como também temos, famosos nos supermercados brasileiros e xodós das crianças, o leite fermentado rico em lactobacilos vivos.

Para que serve os lactobacilos acidófilos, o que são e seus principais benefícios

Outra dúvida comum quando pensamos no consumo de lactobacilos acidófilos é saber o que são, para que serve e seus principais benefícios. Os lactobacilos acidófilos atuam de diferentes formas no corpo, ajudando a garantir o equilíbrio do organismo.  

Entre seus papéis principais e principais benefícios, os lactobacilos acidófilos atuam no combate e prevenção de possíveis doenças e complicações da saúde. Trabalhando para um corpo mais saudável, eles combatem o alto colesterol, ajudam na redução de gordura ruim, combatem bactérias maléficas e micro-organismos patogênicos e auxiliam no trato digestivo e também na área genital.

Os Lactobacilos acidófilos também previnem alergias, úlceras e problemas intestinais como a diarreia.

O portal Mega Curioso trouxe um artigo interessante a respeito de algumas das principais funções benéficas dos Lactobacilos acidófilos no corpo humano. Confira:

  • Lactobacilos acidófilos ajudam na redução do colesterol. Os altos níveis de colesterol ruim (LDL) estão associados a riscos para doenças cardíacas. Há estudos que sugerem que alguns probióticos podem auxiliar na diminuição destes níveis. Um dos mais eficientes entre eles são os lactobacilos acidófilos.
  • Lactobacilos acidófilos auxiliam na imunidade. Eles tendem a “turbinar” nosso sistema de defesa. O efeito funciona da seguinte forma: quando as bactérias do bem chegam ao intestino, as células de defesa prontamente as atacam, pois não identificam imediatamente se o que está chegando é benéfico ou maléfico.
  • Lactobacilos acidófilos aliviam os sintomas da síndrome do intestino irritável. A síndrome do intestino irritável (SII) é um problema que afeta muitas pessoas. Os sintomas costumam ser dor abdominal, inchaço e movimentos intestinais incomuns. Não se sabe exatamente o que causa a SII, mas há indícios que sugerem que ela possa ser causada por bactérias intestinais. Uma pesquisa envolvendo 60 pessoas com SII acompanhou as consequências da ingestão de Lactobacilos acidófilos e verificou a diminuição do inchaço depois de um período de dois meses, além do alívio da dor abdominal.
  • Lactobacilos acidófilos ajudam no tratamento da obesidade. Os efeitos dos probióticos atuam, especificamente, na microbiota intestinal (que antigamente era chamada de flora intestinal). O que eles fazem, portanto, é alterar este ambiente. Já se sabe que a microbiota de um indivíduo obeso costuma ser diferente da de uma pessoa saudável. Estudos já mostraram que o lactobacilo akkermansia muciniphila costuma aparecer no intestino de pessoas mais magras.
  • Lactobacilos acidófilos podem melhorar a aparência da pele. Melhorar a saúde intestinal é um dos caminhos mais garantidos para incrementar a saúde da pele. Um intestino regulado faz com que toxinas sejam eliminadas e que a pele fique mais hidratada e viçosa. Os lactobacilos podem ter uma grande participação neste objetivo.

Lactobacilos acidófilos: qual a importância para saúde e qual sua função?

A resposta da pergunta ‘qual a importância para saúde’ com relação aos lactobacilos acidófilos fica clara por cuidar e prevenir o organismo de tantas coisas de maneiras diferentes. E, de forma resumida, para responder às perguntas ‘qual sua função’ e ‘para que serve’ podemos dizer que é atuar no organismo para mantê-lo mais equilibrado e promover a saúde do corpo.

Em um artigo publicado pela Superinteressante, diz que “Cada milímetro quadrado de um intestino saudável deve ter cerca de 10 bilhões de micro-organismos vivendo nele para funcionar corretamente. Essa é a chamada flora intestinal, que, em muitos casos tem seu número reduzido, seja por alguma enfermidade ou uso de antibióticos. As bactérias do gênero lactobacillus não são as mais numerosas e têm uma grande vantagem: podem ser ingeridas e ainda chegar vivas ao intestino, atravessando sem problemas o estômago, um ambiente ácido no qual a maioria dos micro-organismos não sobrevive. Uma vez no intestino, esses seres se reproduzem com rapidez e criam um ambiente propício para que outras bactérias benignas possam se estabelecer ali”.

Como tomar lactobacilos acidófilos?

Onde se encontra os lactobacilos acidófilos? Como já foi citado anteriormente, eles estão presentes em alimentos que passam por fermentação natural. Para ter melhores resultados, é importante saber como tomar lactobacilos acidófilos e qual sua função. Recomenda-se que esses alimentos sejam inseridos com maior frequência na alimentação, para alcançar uma dieta mais saudável.

Além desses, há outras opções para a ingestão e de como tomar os lactobacilos acidófilos. O site Tua Saúde, especializado em artigos relacionados à saúde e qualidade de vida, trouxe um artigo que aborda, entre outros aspectos, como tomar lactobacilos.

“Os Lactobacilos acidófilos podem ser encontrados em produtos naturais, como o iogurte e outros laticínios, assim como o queijo e a coalhada, por exemplo. E, por isso, o seu consumo é bastante fácil.”

No entanto, os lactobacilos acidófilos também podem ser encontrados em forma de suplementos em cápsulas, podendo, ou não, estar associados a outros probióticos. Nesses casos, seu consumo varia de acordo com a marca, portanto, é importante ler a bula ou as indicações da embalagem. Na maioria das vezes é aconselhado tomar de 1 a 2 cápsulas durante ou após uma refeição.

Caso esteja tomando algum antibiótico, é recomendado esperar pelo menos 2 horas após tomar o medicamento para evitar a eliminação das bactérias “do bem”.

Possíveis efeitos colaterais

O mesmo artigo explica que o principal efeito colateral do uso de probióticos como os lactobacilos acidófilos é a produção excessiva de gases intestinais. Isso acontece pois, muitas vezes, os suplementos com probióticos também contêm frutooligossacarídeos, que funcionam como alimento para as bactérias, mas que facilitam a produção de gases. Uma boa forma de aliviar o desconforto é tomar um suplemento de enzimas digestivas, como o bromelaína ou papaína.

Leia o artigo completo aqui.

Lactobacilos acidófilos: como funciona?

Os lactobacilos acidófilos têm esse nome, pois produzem ácido láctico, que acontece devido à degradação do leite pela enzima lactase, que também é produzida por estas bactérias. Mas como funciona?

Os lactobacilos acidófilos funcionam protegendo a mucosa do intestino e auxiliando o organismo na digestão dos alimentos. Para isso, ele é resistente a todo o processo de digestão do corpo humano, para chegar até o intestino e poder atuar.

Lactobacilos acidófilos: qual seu uso probiótico?

Os probióticos são conhecidos por promoverem a saúde intestinal. No caso dos lactobacilos acidófilos, para saber como funciona é importante ressaltar qual seu uso probiótico. Os lactobacilos acidófilos possuem suas variações (estirpes), que permite que possam atuar de maneira diferente em cada organismo. Podendo, em caso de uso equivocado como probiótico, causar o efeito contrário, provocando o desequilíbrio.

Quanto a sua atuação probiótica especificamente, ele atua em duas frentes. A primeira é o aumento imunológico.

Há pesquisas que indicam que os Lactobacilos acidófilos são capazes de aumentar a produção de linfócitos. Isso reduz as possibilidades do aumento de células cancerígenas no corpo humano.

Sua segunda frente enquanto probiótico é equilibrar e reduzir o impacto danoso dos alimentos no organismo melhorando a barreira intestinal, prevenindo a inflamação gástrica e fornecendo inclusive lactose pré-digerida. Isso faz com que intolerantes a lactose, por exemplo, possam consumir lactose sem grandes impactos negativos.

 

Fonte: https://homeopatiabrasil.com.br/